sábado, 10 de setembro de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Até quando?
Até quando você vai olhar
Para alguém que lhe pede comida
E vai sentir medo?
Até quando a idealização
De uma família perfeita, padrão,
Irá existir?
Até quando será castigado
Por amar...?
Até quando não me vão
Faltar palavras para escrever?
Tenho mil coisas cravadas no peito,
Tenho uma alma perdida
Na escuridão dos sonhos.
Até quando deixarei dilacerarem minh'alma
Como lobos ferozes
Enquanto em meu canto choro sozinha,
Com vontade de tudo dizer,
Mas sem coragem de dizer nada?
Não quero ser normal.
Não há perfeição na normalidade
Nem na loucura,
Mas na última você se diverte.
Todos temos loucos dentro de nós,
Soltemos-os quando preciso.
Vocês foram engolidos pelo sistema
E eu loucamente fujo,
Me agarro nos que restaram,
Porém mesmo assim
Tenho a impressão de que rapidamente
Um robô também virarei.
E felicidade?
Quem precisa de felicidade?
Se ousar dizer quer quero felicidade na terra já me apontam o dedo
Dizendo que vou arder no fogo do inferno,
Mas esta é a única vida de que tenho certeza,
Desculpe-me.
Quero pelo menos uma vez na vida
Esquecer o mundo
E ficar ao lado de quem quero,
Esquecer as repreensões.
Eu quero mesmo é saborear a vida...
Entretanto,
É pedir muito a quem tem
Uma família Católica Apostólica Romana.
Não quero esperar meus 18 anos,
Não acho justo perder os considerados melhores anos de uma vida,
Eu quero a mudança e aceitação já,
Quero mudar mentes e conceitos
Considerados até então imutáveis.
Até quando você vai olhar
Para alguém que lhe pede comida
E vai sentir medo?
Até quando a idealização
De uma família perfeita, padrão,
Irá existir?
Até quando será castigado
Por amar...?
Até quando não me vão
Faltar palavras para escrever?
Tenho mil coisas cravadas no peito,
Tenho uma alma perdida
Na escuridão dos sonhos.
Até quando deixarei dilacerarem minh'alma
Como lobos ferozes
Enquanto em meu canto choro sozinha,
Com vontade de tudo dizer,
Mas sem coragem de dizer nada?
Não quero ser normal.
Não há perfeição na normalidade
Nem na loucura,
Mas na última você se diverte.
Todos temos loucos dentro de nós,
Soltemos-os quando preciso.
Vocês foram engolidos pelo sistema
E eu loucamente fujo,
Me agarro nos que restaram,
Porém mesmo assim
Tenho a impressão de que rapidamente
Um robô também virarei.
E felicidade?
Quem precisa de felicidade?
Se ousar dizer quer quero felicidade na terra já me apontam o dedo
Dizendo que vou arder no fogo do inferno,
Mas esta é a única vida de que tenho certeza,
Desculpe-me.
Quero pelo menos uma vez na vida
Esquecer o mundo
E ficar ao lado de quem quero,
Esquecer as repreensões.
Eu quero mesmo é saborear a vida...
Entretanto,
É pedir muito a quem tem
Uma família Católica Apostólica Romana.
Não quero esperar meus 18 anos,
Não acho justo perder os considerados melhores anos de uma vida,
Eu quero a mudança e aceitação já,
Quero mudar mentes e conceitos
Considerados até então imutáveis.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Uns amigos vieram com um propósito e tendo ele realizado foram embora, sem dar satisfação, sem um adeus, sem um "valeu tudo que vivi com você", nada.
E ao meu ser em nada, a única coisa que resta é o mistério das minha opniões, dos meus sonhos, das minhas decisões.
O que eu tenho agora é um pedido: - Garçom! Me traga uma dose de loucura e outra de sanidade, e assim terei o veneno para meu suicídio.
E ao meu ser em nada, a única coisa que resta é o mistério das minha opniões, dos meus sonhos, das minhas decisões.
O que eu tenho agora é um pedido: - Garçom! Me traga uma dose de loucura e outra de sanidade, e assim terei o veneno para meu suicídio.
terça-feira, 15 de março de 2011
Sou sim 2, 3, até 4.
Uma para este,
Outra para aquele...
Outra pra você
Que insiste em me atazanar,
Exigindo coisas que não consigo,
Que não tenho coragem.
Não respeitando meu tempo,
Que fora do normal corre,
Baseando-se apenas no seu,
Que anda pé por pé,
Dia a dia.
Outrem para alguns amigos,
Mas apenas sou quem sou
Com ele ou com ela.
Uma para este,
Outra para aquele...
Outra pra você
Que insiste em me atazanar,
Exigindo coisas que não consigo,
Que não tenho coragem.
Não respeitando meu tempo,
Que fora do normal corre,
Baseando-se apenas no seu,
Que anda pé por pé,
Dia a dia.
Outrem para alguns amigos,
Mas apenas sou quem sou
Com ele ou com ela.
Não quero ser entendida.
Desejo ser ouvinte, e até descarga.
E tê-la como refúgio,
Linda, recíproca,
Você envolvente poesia.
Para colocá-la em meus braços
E me jogar nos teus,
Ser morta em ti milhões de vezes,
E me suicidar bilhões.
Te quero agora,
Doce ou amarga,
Não consigo ter a mesma paciência
E calma que tive com outras,
Sem dúvida é especial.
Desejo ser ouvinte, e até descarga.
E tê-la como refúgio,
Linda, recíproca,
Você envolvente poesia.
Para colocá-la em meus braços
E me jogar nos teus,
Ser morta em ti milhões de vezes,
E me suicidar bilhões.
Te quero agora,
Doce ou amarga,
Não consigo ter a mesma paciência
E calma que tive com outras,
Sem dúvida é especial.
quarta-feira, 2 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Quantos de nós a tanto tempo não (ou talvez nunca)
Sentimos o cheiro de flores naturais,
Com perfumes envolventes
E beleza inquestionável?
Elas nos fazem
Viajar no tempo,
Lembrar de amores,
Casos escondidos...
Mas seus feitiços foram praticamente esquecidos,
Agora é tudo industrializado.
Pobres fábricas,
Não é a mesma coisa,
Nunca será.
Poucos de sorte
Morrerão com rosas,
Jasmins e Damas da noite
Em seu quintal...
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Minha mãe sempre que sai pergunta:
- Quer que eu lhe traga algo minha filha?
Respondo convicta:
- Não, não quero nada.
Quando ela retorna pergunto o que me trouxe.
Ela diz que nada obviamente, afinal, eu disse que não queria coisa alguma.
Mas na verdade eu só desejava que ela me dissesse:
- Eu me trouxe de volta e não há nada melhor que isso...
Para eu concordar.
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