quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Julgam sem pensar nos motivos.
Qualquer coisa diferente muda caráter (pra pior).
Pode ter sido um ato infantil,
Mas a pouco brincava de bonecas.

É bom se sentir vivo às vezes
E sempre mudar...
Mudar por si,
Pelos outros,
Pelo mundo.

Sentimentos não sou coerentes,
São apenas sentimentos,
Sem nexo,
Curvos.
Com um olho eu choro e com os dois eu minto.

sábado, 10 de setembro de 2011

Apenas te sentir bastaria.
"Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra
E água fresca
Meu Deus!
Quanto tempo eu passei
Sem saber!
Foi quando meu pai
Me disse:
"Filha, você é a Ovelha Negra
Da família"
Agora é hora de você assumir
E sumir!..."
(Rita Lee)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Viajar sozinha pro outro lado do país... Existe confiança o bastante?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer..."
Titãs

terça-feira, 28 de junho de 2011

Quem se importa não sabe se importar direito.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A verdade é que os bons são tempos que não voltam, Nunca será de novo como antes, nós mudamos, tudo se transformou. O que era desconhecido agora faz parte do cotidiano, o passado não passa de uma fotografia antiga a qual olhamos e vem um sentimento de nostalgia.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Até quando?
Até quando você vai olhar
Para alguém que lhe pede comida
E vai sentir medo?

Até quando a idealização
De uma família perfeita, padrão,
Irá existir?
Até quando será castigado
Por amar...?

Até quando não me vão
Faltar palavras para escrever?
Tenho mil coisas cravadas no peito,
Tenho uma alma perdida
Na escuridão dos sonhos.

Até quando deixarei dilacerarem minh'alma
Como lobos ferozes
Enquanto em meu canto choro sozinha,
Com vontade de tudo dizer,
Mas sem coragem de dizer nada?

Não quero ser normal.
Não há perfeição na normalidade
Nem na loucura,
Mas na última você se diverte.
Todos temos loucos dentro de nós,
Soltemos-os quando preciso.

Vocês foram engolidos pelo sistema
E eu loucamente fujo,
Me agarro nos que restaram,
Porém mesmo assim
Tenho a impressão de que rapidamente
Um robô também virarei.

E felicidade?
Quem precisa de felicidade?
Se ousar dizer quer quero felicidade na terra já me apontam o dedo
Dizendo que vou arder no fogo do inferno,
Mas esta é a única vida de que tenho certeza,
Desculpe-me.

Quero pelo menos uma vez na vida
Esquecer o mundo
E ficar ao lado de quem quero,
Esquecer as repreensões.

Eu quero mesmo é saborear a vida...
Entretanto,
É pedir muito a quem tem
Uma família Católica Apostólica Romana.

Não quero esperar meus 18 anos,
Não acho justo perder os considerados melhores anos de uma vida,
Eu quero a mudança e aceitação já,
Quero mudar mentes e conceitos
Considerados até então imutáveis.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Uns amigos vieram com um propósito e tendo ele realizado foram embora, sem dar satisfação, sem um adeus, sem um "valeu tudo que vivi com você", nada.
E ao meu ser em nada, a única coisa que resta é o mistério das minha opniões, dos meus sonhos, das minhas decisões.
O que eu tenho agora é um pedido: - Garçom! Me traga uma dose de loucura e outra de sanidade, e assim terei o veneno para meu suicídio.
Vai ver é assim, é assim que vamos, assim que estamos e somos.
Nascemos e morremos.
Amamos homens e mulheres.

terça-feira, 15 de março de 2011

Sou sim 2, 3, até 4.
Uma para este,
Outra para aquele...

Outra pra você
Que insiste em me atazanar,
Exigindo coisas que não consigo,
Que não tenho coragem.
Não respeitando meu tempo,
Que fora do normal corre,
Baseando-se apenas no seu,
Que anda pé por pé,
Dia a dia.

Outrem para alguns amigos,

Mas apenas sou quem sou
Com ele ou com ela.
O íntimo guardo em lugares não muito convencionais. Odeio convenções. Gardênia também.
Vamos lá fora ver o movimento,
O movimento revolucionário apenas mental,
Este movimento imbecíl, inerte e único.
Não quero ser entendida.
Desejo ser ouvinte, e até descarga.
E tê-la como refúgio,
Linda, recíproca,
Você envolvente poesia.
Para colocá-la em meus braços
E me jogar nos teus,
Ser morta em ti milhões de vezes,
E me suicidar bilhões.

Te quero agora,
Doce ou amarga,
Não consigo ter a mesma paciência
E calma que tive com outras,
Sem dúvida é especial.
Folhas ao chão,
Seus vasos pararam,
Morreram.
Foram empurradas pelo vento
De uma árvore genealógica.

São agora secas.
Daqui a um tempo
Em algo invisível se transforarão.
Talvez alguém se lembre delas,
Talvez não.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Escorri pelo ralo...
Quero ver o mundo por outros reflexos,
Que me faça gorda,
Ou magra,
Que me mostrem o ser e a figura
Humana "enfeitada",
Que me façam colorida,
Preto e branco,
Que digam quem eu sou,
Quem seria,
E quem serei.

Reflexos nem sempre são fiéis,
São apenas reflexos.
Aquele amor esquecido,
A convivência que secou o carinho,
Uma flor já quase morta.
A água inundou.
Praça General Osório - Ipanema - Rio de Janeiro - Janeiro 2011

Te esperarei naquela praça, em uma segunda ou quarta de feira, espero que apareça sozinho e desarmado, sem tabus.