quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Não é poema, é só confissão:
- Não estranhe, eu tenho uma mania macabra de sempre (sempre, sempre e todo sempre) responder algo que alguém me escreveu, seja mensagem, scrap, comentário, é uma forma da pessoa saber que eu vi e talz (gosto que façam isso também, um singelo sinal...), e por vezes respondo idiotamente, e coisas desnecessárias, por estou tentando me controlar, mas... Então, não repare... Ou repare sei lá, faz o que quiser.... :S
PS: Foi só um desabafo... Unf.
PS2: E blábláblá, sei que é uma mania chata.
- Não estranhe, eu tenho uma mania macabra de sempre (sempre, sempre e todo sempre) responder algo que alguém me escreveu, seja mensagem, scrap, comentário, é uma forma da pessoa saber que eu vi e talz (gosto que façam isso também, um singelo sinal...), e por vezes respondo idiotamente, e coisas desnecessárias, por estou tentando me controlar, mas... Então, não repare... Ou repare sei lá, faz o que quiser.... :S
PS: Foi só um desabafo... Unf.
PS2: E blábláblá, sei que é uma mania chata.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Uns amigos vieram com um propósito e tendo ele realizado foram embora, sem dar satisfação, sem um adeus, sem um "valeu tudo que vivi com você", nada.
E ao meu ser em nada, a única coisa que resta é o mistério das minha opniões, dos meus sonhos, das minhas decisões.
O que eu tenho agora é um pedido: - Garçom! Me traga uma dose de loucura e outra de sanidade, e assim terei o veneno para meu suicídio.
E ao meu ser em nada, a única coisa que resta é o mistério das minha opniões, dos meus sonhos, das minhas decisões.
O que eu tenho agora é um pedido: - Garçom! Me traga uma dose de loucura e outra de sanidade, e assim terei o veneno para meu suicídio.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Quando viajava
Ia o caminho inteiro olhando o céu,
Nas nuvens conseguia enxergar
Monstros, Guerreiros, Deuses,
Batalhas entre o bem e o mal.
Aos meus olhos também agradavam,
Me faziam lembrar de algodão doce.
Ai que vontade eu tinha de alcançá-lás...
Agora não mais.
Elas me parecem tão simples e óbvias,
São apenas... Nuvens,
Formadas a partir de pequenas gotas de água ou gelo
Que se movimentam pela ação dos ventos.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Saudade daquela época,
Em que tudo parecia mais fácil,
As pessoas mais felizes,
Mais Humanas.
Nada parecia ter preço,
E eu só queria diversão.
Estou com saudade também de outra,
A que todos pareciam revoltados comigo,
E eu revoltada com todos.
Ninguém me entendia.
Eu achava que podia tudo,
Que era imortal.
Outro tempo que sinto falta
Era quando a rotina era extressante,
A barriguinha de chopp broxante,
E uma única certeza,
Mais cedo ou mais tarde
Chegariam contas para pagar.
Estou com saudade de tudo que vivi,
Porém,
Isso é pura nostalgia.
Estou em uma cama,
Semi morta.
Em que tudo parecia mais fácil,
As pessoas mais felizes,
Mais Humanas.
Nada parecia ter preço,
E eu só queria diversão.
Estou com saudade também de outra,
A que todos pareciam revoltados comigo,
E eu revoltada com todos.
Ninguém me entendia.
Eu achava que podia tudo,
Que era imortal.
Outro tempo que sinto falta
Era quando a rotina era extressante,
A barriguinha de chopp broxante,
E uma única certeza,
Mais cedo ou mais tarde
Chegariam contas para pagar.
Estou com saudade de tudo que vivi,
Porém,
Isso é pura nostalgia.
Estou em uma cama,
Semi morta.
domingo, 6 de junho de 2010
Medos
Eu tenho medo...
Medo de ser invasiva, medo de ser sincera,
de parecer metida, ignorante, hipócrita, Medo de me expor.
Medo de chorar, amar, sofrer.
Medo de ser rejeitada, de ficar sozinha,
de estar ausente quando alguém precisar de mim,
Medo de ouvir e de não ser ouvida...
Tenho medo do escuro,
de não receber um conselho quando precisar,
Afinal, tenho medo de ser eu mesma.
Tenho medo de mim, medo deste e do outro mundo...
Ninguém sabe todos meus medos nem muitas coisas sobre mim,
Porque os poucos amigos que tenho são ocupados demais para ouvirem essas bobagens.
Ajustes: Patrícia Cardoso
Medo de ser invasiva, medo de ser sincera,
de parecer metida, ignorante, hipócrita, Medo de me expor.
Medo de chorar, amar, sofrer.
Medo de ser rejeitada, de ficar sozinha,
de estar ausente quando alguém precisar de mim,
Medo de ouvir e de não ser ouvida...
Tenho medo do escuro,
de não receber um conselho quando precisar,
Afinal, tenho medo de ser eu mesma.
Tenho medo de mim, medo deste e do outro mundo...
Ninguém sabe todos meus medos nem muitas coisas sobre mim,
Porque os poucos amigos que tenho são ocupados demais para ouvirem essas bobagens.
Ajustes: Patrícia Cardoso
Máquina Viva
Sempre achei que as pessoas fossem máquinas,
Que não tinham sentimentos, limitações nem necessidades.
Também, só convivia com máquinas, como poderia pensar diferente?
Talvez eu fosse uma máquina,
Talvez eu ainda seja,
Ou apenas uma escrava delas.
Que não tinham sentimentos, limitações nem necessidades.
Também, só convivia com máquinas, como poderia pensar diferente?
Talvez eu fosse uma máquina,
Talvez eu ainda seja,
Ou apenas uma escrava delas.
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